Operação contra tráfico de drogas e lavagem de dinheiro cumpre mais de 70 mandados em MT, SP e AM
04/04/2025
(Foto: Reprodução) Grupo usava empresas de fachada para disfarçar valores ilegais do tráfico de drogas. Ao todo, são cumpridos 75 mandados em seis cidades do estado, além de cidades de São Paulo e Amazonas na Operação Fruto Oculto
Uma organização criminosa que atua na região norte de Mato Grosso é alvo da Operação Fruto Oculto, deflagrada pela Polícia Civil, nesta sexta-feira (4). Ao todo, são cumpridos 75 mandados em seis cidades do estado, além de cidades de São Paulo e Amazonas.
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O grupo é investigado por envolvimento em tráfico de drogas, associação para o tráfico, organização criminosa e por usar empresas de fachada para lavagem de dinheiro.
As ordens judiciais incluem 24 mandados de prisão preventiva, 29 mandados de busca e apreensão domiciliar, quatro suspensões de pessoas jurídicas, o sequestro de bens, apreensão de veículos e o bloqueio de 18 contas bancárias, no valor de R$ 50 milhões.
As lideranças da organização, movimentavam o dinheiro do tráfico de drogas por meio de “lojinhas”
Polícia Civil de Mato Grosso
As ordens judiciais foram expedidas pela Quinta Vara Criminal de Sinop e são cumpridas nas cidades de Paranaíta, Cuiabá, Várzea Grande, Sinop, Pontes e Lacerda e Terra Nova do Norte em Mato Grosso, e também nos Estados de São Paulo e Amazonas.
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Lavagem de dinheiro
Lideranças da organização, movimentavam o dinheiro do tráfico de drogas por meio de “lojinhas”
Polícia Civil de Mato Grosso
Segundo a Polícia Civil, as investigações tiveram início em 2024, depois de denúncias sobre o envolvimento dos membros de uma organização criminosa com crimes de tráfico de drogas e de lavagem de dinheiro.
As lideranças da organização, movimentavam o dinheiro do tráfico de drogas por meio de “lojinhas”.
Na época, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão contra os membros da organização, além de apreensão de drogas, armas e munições. Duas pessoas foram presas por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo e munições de uso restrito.
Quatro empresas de fachada eram usadas pela facção para esconder o dinheiro do tráfico de drogas: duas em Cuiabá, uma em Várzea Grande e uma em São Paulo. Um suposto sócio da empresa de São Paulo, que mora no Amazonas, também é alvo dos mandados da operação.